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SAÚDE

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N-95 e PFF2

Como escolher máscaras mais eficientes

Reportagem: Keuly Vianney

16/03/2021

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Nas últimas semanas, os brasileiros se interessaram mais por denominações como N-95 e PFF2, que classificam as máscaras profissionais. Com o avanço da pandemia devido às novas variantes, a preocupação se voltou para maior proteção facial. O acessório já se tornou comum no cotidiano dos brasileiros, mas com o número de casos e mortes por Covid-19 só aumentando, confira se vale a pena investir num equipamento mais eficente para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta quais os tipos  e características de cada máscara disponível para você escolher qual é a melhor para sua proteção neste momento. De acordo com o órgão, há diversas espécies de acessórios, mas estão sendo mais usadas três tipos: as máscaras de proteção de uso não profissional (as populares caseiras); máscara cirúrgica; e os equipamentos de proteção respiratório, também chamados de respiradores.

Confira na Galeria abaixo, as informações sobre cada máscara na explicação da Anvisa (clique nas fotos para ler a legenda).

A Anvisa ressalta que as máscaras cirúrgicas e os respiradores N-95 devem ser reservados aos profissionais de saúde por serem mais resistentes e terem características de maior proteção. Os respiradores, por exemplo, retêm gotículas e protegem contra os aerossóis que contêm vírus, bactérias e fungos. Eles devem possuir filtro com aprovação mínima de PFF2/P2 (Peça Semifacial Filtrante) ou N-95.

Os respiradores com classificação de PFF2 seguem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e europeia, apresentando uma filtração mínima de 94%. Já os respiradores N-95 acatam as normas americanas com eficiência mínima de filtração de 95%.

Conforme a Anvisa, respiradores PFF1 podem ser encontrados em lojas de material de construção, que não são adequados para profissionais de saúde, mas podem ser úteis para a população em geral porque limitam a propagação de gotículas.  

A Agência, no entanto, ressalta que as máscaras caseiras, ou artesanais, são um protetor individual que deve ser usado pela população para reduzir a disseminação da Covid-19.  Como o novo coronavírus é disseminado por gotículas suspensas no ar quando infectados conversam, tossem ou espirram, as máscaras não profissionais reduzem o risco de contágio.

Para se sentirem mais seguras, muitas pessoas já estão confeccionado máscaras caseiras com três camadas de tecido. Ou ainda usando dois acessórios juntos.

Para cuidar bem da sua máscara, a Anvisa lembra que o acessório é de uso individual, não devendo ser compartilhado; deve ser usada por poucas horas; não ser manipulada enquanto estiver na rua; é preciso higienizar as mãos antes e depois de retirá-la; lavar e mantê-la sempre limpa.

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